sexta-feira, 5 de maio de 2017

50 perguntas e respostas para usar em entrevistas de Emprego

Olá leitores do Canal do Ensino,
Eis uma tradução de um artigo do blog bhuvans.wordpress.com, redigido por sua vez a partir do livro “The Accelerated Job Search” de Wayne D. Ford. Como estamos em maré de busca acelerada de emprego, pensei que fosse muito oportuno apresentar aqui a minha tradução “livre”. Segue as 50 perguntas que mais frequentemente surgem em entrevistas de emprego, e que podem ser usadas nos dois papéis, quer como entrevistador, quer como entrevistado:
1.  Fale-me sobre você:
Esta será talvez a pergunta mais frequente numa entrevista de emprego. Precisará de trazer na sua mente uma resposta breve mais ou menos memorizada, mas procure não deixar transparecer que trazia a resposta preparada, já que isso dará de si uma imagem de fraca espontaneidade. Evite mencionar interesses ou atividades que não se refiram diretamente à sua atividade laboral e aborde-os apenas se estes lhe forem especificamente apresentados. Descreva aqui que já realizou na sua vida profissional, focando particularmente naquilo que se relaciona com a vaga a que está a responder. Comece no passado e prossiga a sua breve descrição até ao presente.
2. Porque deixou o seu último emprego?
Seja lá quais foram as circunstâncias, mantenha sempre um toque positivo. Nunca, mas nunca mesmo, mencione problemas graves na sua organização anterior e jamais, mais jamais mesmo, mencione conflitos com os seus superiores ou colaterais. Se o fizer, perderá o emprego com toda a certeza. Diga que saiu por uma qualquer razão positiva, como a procura de uma nova oportunidade profissional.
3. Que experiência tem neste campo?
Seja específico a temas que se referem à posição que está na mesa. Se não tiver experiência específica, tente aproximar-se o mais possível. Evite todos os temas que não têm diretamente nada a ver com o campo para que está a concorrer.
4. Considera-se um homem/mulher de sucesso?
Tem que responder obrigatoriamente que sim e explicar sumariamente porque pensa dessa forma, listando os objetivos que traçou para si próprio no passado e a forma como os alcançou e como espera alcançar os restantes num futuro próximo.
5. O que pensam os seus colegas de si?
Leve mentalmente consigo uma ou duas frases citadas de um dos seus colaboradores, colaterais ou superiores. Se não se lembrar de nada diga “O Joaquim diz sempre que eu sou o trabalhador mais eficiente e persistente que já conheceu”.
6. O que conhece sobre esta organização?
É imperativo que investigue a organização antes da entrevista. Tente conhecer tudo sobre a organização, quais são os seus planos de expansão, a sua solidez económica, etc.
7. O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?
Mencione todas as atividades de melhoria da sua performance nas últimas funções, desde aquelas que foram financiadas pela anterior organização até aquelas que eventualmente pagou do seu próprio bolso.
8.  Está a concorrer também a responder a ouras ofertas de emprego?
Seja sincero, mas limite ao mínimo as suas respostas já que o importa é manter o foco no emprego sobre a mesa, não nenhum dos outros.
9. Porque é que quer trabalhar nesta organização?
Esta poderá ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá determinar a sua eliminação.
10. Conhece alguém que trabalha para nós?
Esta pergunta pode ser fatal… há organizações que não contratam familiares e mencione apenas amigos se este estiver previamente avisado e fôr de absoluta confiança… não seria o primeiro a ser enganado por falso amigo que quando questionado sobre nós nos dá uma imagem oposta ao esperado e profundamente negativa.
11. Qual é salário que espera poder obter?
Uma pergunta de resposta delicada… cuidado se responder primeiro, razão pela qual o mais avisado será evitar responder e se perguntar algo do género: “diga-me qual é tipo de salário que está aqui em questão”? Alguns entrevistadores responderão, outros não… praticamente nenhuns o levarão a mal por ter fugido à resposta. Se contudo, achar que tem mesmo que responder, dê um valor tão vago e impreciso quanto o possível.
12. Como se dá com o trabalho em equipa?
Não terá outra opção além de dizer que sim, que se dá muito bem e que gosta mesmo muito, muito. Tenha exemplos à mão, prontos a citar e quanto mais recentes melhor. Exemplifique com casos em sacrificou o seu próprio bem estar ou a sua glória pessoal em nome do desempenho da equipa. Nunca se vanglorie, mas procure manter-se no domínio dos factos, tanto quanto o possível.
13. Durante quanto tempo espera trabalhar para nós?
Não seja muito específico. Diga algo vago como “durante muito tempo” ou “enquanto acharem que estou a fazer um bom trabalho”.
14. Já teve que despedir alguém? O que sentiu então?
Outra questão em que a qualidade da resposta é vital… Nunca deixe transparecer que gostou de o fazer, mesmo se essa pessoa mereceu tal despedimento. Mencione que teve que fazer aquilo que tinha que ser feito, e pronto. Diga que quando se trata de defender a organização ou o indivíduo tem sempre que optar pela primeira.
15. Qual é a sua filosofia quanto ao Trabalho?
Nem pense em alongar-se longamente sobre este tema… Diga o que pensa dos trabalhos que têm que ser feitos, e daqueles que são especialmente urgentes e do quanto pretende sacrificar para os cumprir. Seja positivo, mostrando um foco especial nos benefícios para a organização.
16. Se tivesse hoje dinheiro suficiente para se reformar, fá-lo-ía?
Não. É claro que tem que dizer que não… diga que prefere trabalhar a estar reformado…
17. Já alguma vez lhe pediram para deixar uma função?
Se sim, seja honesto… mas com brevidade e sempre sem dizer nada de negativo sobre a circunstância em que isso aconteceu.

18. Explique como poderia ser um ativo útil para a organização
Uma das respostas mais importantes de toda a entrevista é esta… Use-a para destacar os seus pontos mais positivos, especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade sobre a mesa.
19. Porque é que deveríamos contratar?
Sublinhe em que medida é que as suas capacidades correspondem às necessidades da organização. Nunca mencione que é melhor do que qualquer outro concorrente, nem sequer no abstrato.
20. Conte-me uma sugestão recente que tenha feito no seu último emprego
Vá para a entrevista com uma destas sugestões já preparada. Esta deverá ser uma que foi aceite (de forma a manter o tom positivo) e que tenha tido uma aplicação bem sucedida. Idealmente, deverá ser diretamente aplicável no tipo de funções a que está agora a concorrer.
21. O que o irrita mais nos seus colaterais?
Não lhe cheira a armadilha? Se não devia, porque é exatamente disso que aqui se trata… Simule que está a pensar em alguma coisa e depois diga que não lhe ocorre nada neles que o irrite e que o seu relacionamento com eles é tão bom que não lhe acorre agora nada que o irrite neles.

22. Qual é a sua maior força?
Pode dar uma de várias respostas. Desde que seja um aspecto claramente positivo. As respostas mais comuns são algo do género: a sua capacidade para prioritizar a resolução de problemas ou projetos, a sua capacidade para trabalhar sobre pressão, os seus conhecimentos técnicos ou a sua capacidade de liderança.
23. Descreva aquele que seria para um “emprego de sonho”
Procure não se referir a nenhum emprego que tenha tido no passado, nem sequer aquele que está agora na mesa. Não mencione especificamente um outro trabalho que não aquele que corresponderá a esta entrevista, porque isso poderá dizer ao entrevistador que sairá na primeira oportunidade. O melhor é manter-se no campo das generalidades.
24. Porque pensa que se adaptará bem a este emprego?
Mencione as suas capacidades, experiência e motivação.
25. O que procura num trabalho?
Veja a resposta 23
26. Com que tipo de pessoa recusaria trabalhar?
Mencione deslealdade para com a organização, violência física ou verbal ou ilegalidade. Qualquer coisa menos grave do que isto deve ser omitida.
27. O que é mais importante para si; dinheiro ou trabalho?
O dinheiro é sempre importante, mas o tipo de trabalho e a satisfação que se retira dele pesa sempre mais.
28. Qual era o seu ponto forte, segundo o seu anterior superior hierárquico?
Há aqui várias respostas possíveis, como lealdade, energia, capacidade de liderança, conhecimentos técnicos, etc
29. Conte-me o maior problema que já teve com um superior hierárquico
Mais uma armadilha… A ideia é colocá-lo a falar mal do seu superior. Se cai nela, a entrevista está concluída. A solução pode ser manter-se positivo e alegar falta de memória, exatamente como fazem os políticos quando se sentem mais apertados.
30. O que é o desapontou antes num emprego?
Não seja negativo. Fale de “falta de desafios” ou se foi afastado numa qualquer reorganização ou se a empresa fechou as portas, use essa informação agora.

31. Conte qual é a sua capacidade para trabalhar sobre pressão
Diga que gosta de certos tipos de pressão. Dê exemplos que se possam relacionar com o cargo a que está a concorrer.
32. As suas capacidades são mais adequadas para este emprego ou para outro?
Provavelmente, este. Não dê pistas de que poderia quer mais outro emprego além deste.
33. O que é que o motiva a trabalhar melhor?
Depende de si… Mas pode usar chavões como Desafios, espírito d realização pessoal e organizativa, reconhecimento do bom trabalho feito. Etc
34. Está disposto a trabalhar para além do seu horário? Fazendo noites e fins de semana?
Sim, claro… Se necessário e se a organização precisar, terá que estar disposto a tudo.
35. Como vai saber se teve sucesso neste emprego?
Existem varias formas de medir o sucesso. Definindo elevados padrões de qualidade e desempenho e cumprindo-os. Mas somente o seu superior é que saberá de facto se foi ou não bem sucedido.
36. Se fosse necessário, estaria disposto a mudar de local de trabalho?
Deve ser claro e honesto. Devendo recolher junto da sua própria família a sua disponibilidade para tal mudança se lhe parecer provável que o questionem sobre tal. Nunca diga que está disposto a mudar-se e depois não o faça… Já que isso poderá determinar o fim da sua carreira.
37. Está disposto a colocar os interesses da organização acima dos seus próprios?
Esta questão pretende aferir a sua potencial lealdade. Não se alongue. Limite-se a responder que sim.
38. Descreva o seu estilo de gestão
Fuja dos chavões de gestão, porque parecem exatamente aquilo que são: ocos. Contudo, pode usar termos comuns como “progressivo”, “gerador de consensos” (como apregoa Obama) e diga que o altera de acordo com as necessidades de cada circunstância.
39. O que aprendeu de erros anteriores?
Uma armadilha, de novo… Não mencione nada de realmente grave, mas não deixe de mencionar um ou outro pequeno erro, sublinhando sempre o aspecto positivo (medidas corretivas, aprendizagem obtida, etc)
40. Tem alguns pontos fracos?
Não lhes dê pistas… Obviamente que os tem – como toda a gente – mas deixe ao seu futuro empregador a tarefa de os descobrir. Refugie-se na frase de que ninguém é bom juiz em casa próprio.
41. Se estivesse a contratar alguém para este trabalho, o que procuraria nela?
Obviamente, seja lá o que for que diga, mencione sempre características que já possua e deixe de parte todas aquelas que não tem.
42. Acha que está sobrequalificado para esta vaga?
Diga qualquer coisa menos sim. Se pensar assim, e se o confirmar dizendo, está a dizer ao seu potencial empregador que irá sair na primeira oportunidade…
43. Como se propõe compensar a sua falta de experiência?
Se tem alguma experiência relevante de que o entrevistador ainda não tem conhecimento, refira-a agora. Se não, concentre-se em confirmar o seu empenhamento e a sua capacidade de esforço.
44. Que qualidades procura num superior hierárquico?
Seja genérico e positivo. Aluda a confiança, sentido de humor (todos julgamos que o temos, especialmente os chefes) e conhecimentos.
45. Exemplifique um caso em que teve que resolver uma disputa entre colaboradores
Dê um caso concreto e aluda sobretudo à forma como resolveu o problema.
46. Que posição prefere numa equipa que esteja a trabalhar sobre um dado projeto?
Seja honesto. Indique se trabalha bem em equipa, se tem capacidades de liderança e exemplifique sumariamente com exemplos concretos.
47. Descreva a sua ética de trabalho
Mencione tudo aquilo que possa beneficiar a organização, como espírito de missão e gosto pela satisfação recolhida pela pura execução de um trabalho com qualidade e eficiência.
48. Qual foi, até hoje, o seu maior desapontamento profissional?
Diga lá o que disser, nunca pode mencionar algo que estivesse sob o seu controlo direto. Demonstre espírito de aceitação e evite negativismos.
49. Qual foi a coisa mais divertida que fez no trabalho?
Algo que contribuiu para a organização e dentro do normal prosseguimento das suas funções, naturalmente…
50. Tem alguma pergunta?
Leve sempre – mentalmente – uma lista preparada de perguntas, fruto das suas pesquisas na Internet e que tenham a ver com a forma como pode contribuir para a organização. Questione sobre os projetos que estão a decorrer e sobre aqueles que estão prestes a começar e sobre a estrutura onde se irá integrar.
Um abraço e até a próxima

quinta-feira, 4 de maio de 2017

O que aprendi estando desempregada

Se você acha que são somente perdas, está redondamente enganado


A linha da tranquilidade e ansiedade é muito tênue: Qualquer coisa poderá te irritar, seja uma pessoa, seja um probleminha comum (uma lâmpada queimada, uma casa pra arrumar). Por isso é preciso cuidar da mente, pois um dia você pode estar bem, com a sensação de dever cumprido, mas no outro (enquanto a novidade não chega), você pode cair em desgosto e querer descontar em tudo (cada um reage de uma maneira, mas a reação é certa).
Fui importante para quem de fato precisou: Minha ajuda foi válida à aquele parente, que se recuperou e está bem, além de tantos outros que precisaram de ajuda. Nunca a neguei e nunca a negarei, mas ajuda boa é aquela que realmente favorece quem foi ajudado.  
Aprendi ainda mais sobre a solidão e o silêncio: por mais que estejamos rodeados de pessoas, nessas horas algumas somem mesmo e aí, mesmo que você conviva diariamente com alguém, em algum momento você vai estar sozinho. Isso nos faz entender que precisamos gostar da própria companhia, cuidar de nós mesmos (porque na verdade essa responsabilidade é só nossa) e aprender a nos bastarmos. Se conseguirmos isso, até nossas relações atuais melhoram bastante.  
Claro que não foi só isso e nem ficará nisso. Ainda tem muita coisa para se viver, o barco pode virar, as coisas podem mudar novamente. Mas o aprendizado sobre o que foi vivido marca. E aprenda a transformá-lo em uma marca leve e saudosa, nunca em tristeza e rancor. 
 
Para quem ainda está à espera, muita LUZ!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

"Mudança mental " tanto em um livro e em um curso online

A imagem pode conter: texto
Yoni Dayan com Barbara Oakley.
Very happy about this :)
Barbara Oakley, author of the best-seller "A Mind For Numbers" and creator of the most popular #MOOC in history Learning How to Learnjust released "Mindshift" both in a book and in an online course.
It's on a topic i cherish, "how we can overcome stereotypes and preconceived ideas about what is possible for us to learn and become".
I've always hated being put in a box either by others, or by my own mind, and as a consequence, not being/feeling able to change and to evolve. Mindshift is about how we can fight our rationalization, self-censorship, the "i'm/you are too [random excuse] for this" heard all too often, and reach the ultimate level of the Maslowian pyramid.
I had the honor to modestly bring my input, especially to the book, which has just been released today!!!!! There's also a small section about my case, and how i view online learning.
It was both an insightful experience (learning editing for such an ambitious book, written in English), and very humbling, because Barb is direct and outspoken (please never change!) and it pushed me to further alter my mindset in favor of a "how i can improve based on what she said" approach.
Thanks a lot my friend :)
And to all my network, i really recommend you:
- The book: https://www.amazon.fr/Mindshift-Obstacles-Lear…/…/1101982853
- The online course on Coursera, based on the book: https://www.coursera.org/learn/mindshift
Both contains a plethora of tips & tricks that could really make a difference in your career, and more generally in how you approach life, in this fast-paced 21st century putting the emphasis on flexibility.
Happy to discuss on those points and hear your honest opinion on the book once read :)
Muito feliz com isso :)

Barbara Oakley, autor do best-seller " uma mente para números " E Criador dos mais populares #Moc na história Learning How to Learn, acaba de lançar " mudança mental " tanto em um livro e em um curso online.

É sobre um tema que adoro: "como podemos superar os estereótipos e preconceitos sobre o que é possível para nós aprender e tornar-se".

Eu sempre odiei ser posto em uma caixa ou por outros, ou pela minha própria mente e, consequentemente, a não ser / sentir-me capaz de mudar e evoluir. Mudança mental é sobre como podemos lutar contra nossos racionalização, auto-censura, o "Eu sou / és demasiado [ random desculpa ] para este" Ouvimos com demasiada frequência, e chegar ao último nível da pirâmide maslowian.

Tive a honra de trazer o meu modesto contributo, especialmente para o livro, que acaba de ser lançado hoje!!!!! Há também uma pequena seção sobre o meu caso, e como eu vista aprendizagem on-Line.

Foi uma experiência tanto perspicaz (aprendendo a editar para tais um ambicioso livro, escrito em inglês), e muito humilde, porque barb é direta e sincera (por favor, nunca mude!) e ele me empurrou para alterar minha forma de pensar mais em favor de um "como eu posso melhorar com base no que ela disse" Abordagem.

Muito obrigado meu amigo :)

E pra toda minha rede, eu realmente recomendo que você:
- o livro: https://www.amazon.fr/Mindshift-Obstacles-Learning-Discover-Potential/dp/1101982853
- o curso online no Coursera, baseado no livro: https://www.coursera.org/learn/mindshift

Ambos contém uma série de dicas e truques que poderia realmente fazer a diferença na sua carreira, e de modo mais geral na maneira como você encara a vida, nesta rápida 21 st century colocar a tónica na flexibilidade.

Feliz discutir sobre esses pontos e ouvir a sua opinião sincera sobre o livro que li uma vez :)

#Mindshift

11 dicas da neurociência para programar o seu cérebro para o sucesso

Há realmente alguma receita para o sucesso? De acordo com a ciência, alguns truques podem ter um impacto extremamente positivo na sua vida. Na verdade, segundo o neurocientista Michael Merzenich, 30 horas de dedicação baseadas em técnicas específicas da neurociência podem melhorar a memória, a cognição, a fala e a compreensão durante a leitura.
E essas técnicas não funcionam apenas para as pessoas mais jovens. Adultos de 80 a 90 anos observaram melhorias significativas em quase todas as áreas de funcionamento do cérebro quando participaram desse treinamento. Em uma visão geral, 30 horas não é um período muito longo. Um hora por dia dedicada à saúde do seu cérebro vai fazer com que sua produtividade esteja muito maior no final do mês. E, para algo tão valioso quanto o nosso cérebro, este é um pequeno investimento para um lucro tão grande.
Veja na galeria de fotos 11 dicas para melhorar o desempenho do seu cérebro:
1. Ômega-3 e gorduras saudáveis
Nem todo mundo conhece a importância de dietas ricas em ômega-3 e gorduras saudáveis. Na realidade, essa é a razão pela qual muitas startups oferecem o famoso café bulletproof (uma mistura de café, manteiga e óleo): as gorduras saudáveis combinadas com o café resultam em manhãs e tardes muito mais produtivas. Os ômega-3s são ácidos graxos que ajudam a manter os níveis de dopamina ativos no cérebro e aumentam a circulação cerebral.

2. Pratique o hábito de pensar positivo
Os pensamentos positivos podem influenciar nossas vidas. Houve várias discussões nas últimas duas décadas sobre o impacto que desse hábito, não apenas para o futuro e as coisas que são atraídas para nossas vidas, mas também para o bem-estar pessoal.
Apesar disso, algo que as pessoas tendem a esquecer é que os pensamentos positivos não são algo que “apenas acontecem”. Você precisa praticar ativamente esse hábito durante suas atividades cotidianas e descobrir meios de ter uma vida mais otimista.


3. Faça dos exercícios físicos algo regular
A endorfina pode fazer maravilhas com o cérebro, especialmente quando se trata de resolver problemas ou ter novas ideias. Até os maiores atletas mentais do mundo – como a lenda do xadrez Bobby Fischer – precisam de exercícios físicos.
Fischer costumava jogar partidas de tênis entre partidas de xadrez – e ainda fazia longas caminhadas para refletir sobre o jogo. Ele insistia que os exercícios faziam com que ele conseguisse se distanciar um pouco da partida e o ajudavam a manter seus pensamentos em uma direção positiva.

4. Durma muito
Arianna Huffington foi um dos grandes nomes na discussão global sobre o sono e seu impacto nos negócios. Enquanto muitos empreendedores e donos de empresas tem péssimos cronogramas de descanso e sono (e geralmente se orgulham disso), Arianna insiste que o sono é essencial para o funcionamento do cérebro.
A quantidade ideal de sono está entre 6,5 horas e 8 horas por noite, com base no que funciona melhor para cada pessoa. Dormir menos do que isso é simplesmente privar o seu corpo da sua fonte de energia mais crucial.

5. Evite o açúcar processado e adoçantes artificiais
O açúcar é o culpado por trás de manhãs que começam produtivas e, de repente, terminam com muita sonolência e cansaço. Esse ingrediente dá um surto de energia que desaparece rapidamente e deixa um sentimento de exaustão. Como a maioria das pessoas tem dietas com muito açúcar, isso explica a constante necessidade de mais café.
Já é de conhecimento também que os adoçantes artificiais, como o aspartame, podem inibir a habilidade do cérebro de funcionar normalmente, e, eventualmente, isso pode gerar uma neurodegeneração.

6. Meditação e outras práticas para acalmar o cérebro
A meditação se popularizou rapidamente no mundo dos negócios e estabeleceu mais paz nas comunidades empresariais desesperadas por claridade mental. Sua prática pode trazer inúmeros benefícios, desde diminuir a ansiedade até aumentar a produtividade. Ela também é capaz de aumentar a auto-estima e a função cognitiva, e pode melhorar as habilidades de foco do cérebro.

7. 15 minutos por dia
Adquirir uma nova habilidade ou melhorar alguma característica que você já tenha é uma tarefa que geralmente demanda várias horas. Mas muitas pessoas subestimam o impacto extremamente positivo que apenas 15 minutos podem proporcionar.
Na verdade, é muito melhor reservar apenas alguns minutos do seu dia, todos os dias, para praticar algo, em vez de gastar muitas horas em uma única tarefa apenas uma vez por semana. Esse hábito diário repetitivo gera um impacto mais profundo e mais positivo no cérebro do que um período longo, porém pouco frequente.

8. Comece e termine cada dia lendo seu “objetivo principal” em voz alta
Em seu livro mais vendido, o “Pense e Enriqueça”, o autor Napoleon Hill afirma que, para atrair o que você quer na vida, você precisa estabelecer isso profundamente no seu subconsciente. Ele instrui seus leitores a terem um “objetivo principal” claro, que pode ser um lugar que queiram ir ou algo que queiram alcançar, e os encoraja a escrever essa meta em algum lugar.
A cada manhã e a cada noite, eles devem ler esse objetivo em voz alta, incorporando firmemente isso em sua visão. De acordo com Hills, com o decorrer do tempo, seu subconsciente vai acabar atraindo oportunidades que farão com que você atraia esse objetivo para a sua vida.


9. Não fique em ambientes negativos
De acordo com Robert Sapolsky, professor de neuroendocrinologia da Universidade de Stanford, “o estresse não pode apenas ser interrompido, mas também revertido, uma vez que a fonte, física ou psicológica, seja removida ou suficientemente reduzida”. O nosso ambiente físico tem um papel vital na saúde do nosso cérebro. Um local que não é saudável, com negatividade, pode gerar um impacto maior do que gostaríamos de admitir. A boa notícia é que essa é uma situação que pode ser modificada. Se você está com dificuldades e acha que o seu ambiente tem algo a ver com isso, levante-se, saia e vá para algum lugar mais positivo.


10. Visualização é a chave
Um estudo de 2007 da Harvard Medical School descobriu que o simples ato de visualizar exercícios básicos de piano interferem na mesma região do cérebro de quando os alunos praticavam fisicamente os mesmos exercícios com os dedos.
A conclusão é que o treino mental tem uma grande participação no modo como praticamos as coisas, e tanto os exercícios reais quanto os imaginários podem ter um impacto positivo no desenvolvimento do nosso cérebro. Então quando alguém fala que a visualização é uma parte essencial para atingir o sucesso, leve esse conselho a sério.


11. Tome sol
Deitar à beira da piscina e tomar um pouco de sol pode realmente ajudá-lo a ser mais produtivo no longo prazo. Os cientistas descobriram que a vitamina D tem um papel essencial na saúde do nosso cérebro, e há receptores dessa vitamina na medula espinhal e no sistema nervoso central. Portanto, além do fato de o relaxamento ser a chave para manter uma mente positiva, o seu cérebro pode se beneficiar se você gastar algumas horas da sua semana aproveitando o sol.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Os 7 e-mails que você precisa saber escrever



Os 7 e-mails que você precisa saber escrever

Confira diversos exemplos para que seus e-mails sejam cada vez mais eficazes!

E-mails são como nós nos comunicamos uns com os outros atualmente. Assim, escrevê-los bem pode ser a diferença entre construir ou não relacionamentos bem-sucedidos dentro do ambiente de trabalho ou fora. Este post inclui links [Nota: as páginas linkadas estão em inglês] com exemplos de e-mails sobre como marcar reuniões, pedir apresentações aos investidores, aprender a falar não, e muito mais!
E-mails são estranhamente incômodos. Eles nos dão a capacidade de começar uma conversa com qualquer pessoa no mundo, sem os clássicos sinais de uma interação pessoal.
NÓS FAZEMOS COISAS POR E-MAIL QUE NÓS NUNCA FARÍAMOS NA VIDA REAL.
Você consegue se imaginar indo até alguém em um jantar, dando um documento enorme que diz: “Olá Steve, é um prazer te conhecer! Eu já ouvi muito sobre você e queria saber se você pode me dar feedback sobre meu plano de negócios?”. Por incrível que pareça, eu recebo e-mails deste tipo. Um monte de gente recebe e-mails assim.
Portanto, esse artigo vai mostrar o que eu acredito quais são as sete das mais importantes formas para a construção de relacionamentos. Reuni artigos e exemplos para cada um dos e-mails abaixo e espero que isso o ajude a começar os relacionamentos-chave que você precisa para produzir resultados extraordinários!

Quer entrar em contato com Eric Schmidt, ex-CEO da Google? Adam Grant, aclamado autor do best-seller “Give and Take” (que aliás, é um dos meus livros favoritos de negócios, de todos os tempos), estabelece seis etapas fundamentais para levar pessoas importantes a responder a seus e-mails neste artigo. Ele inclui uma história de como uma graduando de Princeton enviou um e-mail que conseguiu uma resposta do então CEO do Google, Eric Schmidt! Este é um ótimo post!

Este post de Scott Britton, cuja empresa SinglePlatform, saiu por U$ 100 milhões, inclui a análise de um e-mail pedindo uma apresentação. Os pontos críticos incluem:
  • Uma pergunta explícita;
  • Um contexto convincente sobre por que você está pedindo a apresentação;
  • Um exemplo de tração ou parcerias que aumente a credibilidade;
  • Agradecimento;
  • Uma padronização que garanta que o destinatário pode encaminhá-lo para a pessoa de seu interesse.
Outro grande exemplo: Tim Ferriss oferece este exemplo excepcional de como alguém pediu ajuda para conexões com os investidores anjo.

O fundador do LinkedIn, Reid Hoffman, e o duas vezes autor e empreendedor, Ben Casnocha, explica que existem três maneiras de apresentar as pessoas por e-mail. O melhor dos três envolve:
  • Verificar com ambas as partes para ter certeza de que eles querem a apresentação;
  • Fazer a apresentação com uma breve explicação de quem é cada pessoa mencionada e por que elas deveriam se conectar;
  • Deixar claro quem vai dar o próximo passo (por exemplo, quem dará sequência primeiro).
Isso pode ser mais trabalhoso do que colocar endereços de e-mail de duas pessoas no campo CC e falar: “Jason e Brad, considerem-se conectados!”. Porém, é muito mais eficaz no sentido de garantir o seu verdadeiro resultado: que as duas pessoas que estão se apresentando se conectem de forma relevante e construam um relacionamento produtivo para ambas.

O Fundador da TechStars, David Cohen, recebe 50 pedidos frios de feedback por e-mail a cada dia. No post linkado acima, ele explica por que o e-mail se destacou de forma brilhante, conquistou sua atenção e mereceu o feedback dedicado dele. Os elementos essenciais incluem:
  • Conhecer a pessoa que você está enviando o e-mail, mostrando-lhes isso (ecoando o post de Adam Grant); e
  • Fazer um pedido específico e fácil de ser respondido por ele.
Leia o post para ver como ele é feito de forma concreta!

Os elementos de Scott Britton de um bom pedido de reunião incluem:
  • Oferecer valor para o destinatário;
  • Explicar de forma clara o contexto da reunião (se possível, incluindo uma breve agenda);
  • Pedir uma quantidade pequena e discreta de tempo (como de 25 minutos);
  • Tornar conveniente para eles (se oferecendo para estar onde for melhor para eles); e
  • Reconhecer que eles estão cedendo seu tempo.
Você está conseguindo perceber alguns padrões aqui? Um pouco de consideração extra pode encurtar um longo caminho na conquista do sim às suas solicitações. Leia o post para ver um exemplo!

6. Como ser educadamente persistente em conseguir uma resposta de alguém
Eu parto do pressuposto de que as pessoas que eu me aproximo de forma fria (e até mesmo pessoas para as quais eu fui apresentado) não vão responder ao meu e-mail de primeira. Essas respostas muitas vezes levam 2 ou 3 e-mails para chegar. O Co-fundador da Impact Hub Boulder, Greg Berry, me ensinou a melhor técnica que eu já vi para ter respostas de pessoas que não me retornaram. Trata-se de enviar um outro e-mail mais ou menos uma semana depois, dizendo:
“[Nome], espero que seu dia esteja bom! Perdoe-me por este novo e-mail, mas eu só queria reforçar o e-mail abaixo e ver o que você acha. Não considere isso como nada além de um cutucada amigável! “
Este e-mail de “cutucada” tem sido surpreendentemente eficaz, por reconhecer que o destinatário provavelmente está ocupado (e que o meu e-mail não é a sua primeira prioridade), por usar a palavra “amigável” (que promove aproximação), além de ser curto. Se ainda assim não funcionar, eu escreverei novamente talvez duas semanas depois:
“Espero que me desculpe por escrever mais um e-mail, mas aqui no Unreasonable Institute, acreditamos na persistência em um nível quase irracional. Se [pedido/oportunidade], não está no seu alcance, entenderei. Eu simplesmente não queria perder esta chance de [oportunidade - como 'convidá-lo para ser um mentor no Unreasonable Institute' ou 'conectá-lo a uma oportunidade de investimento que tem o seu perfil']. Independente de ajustes, eu ficaria realmente grato pela sua análise do pedido”.
Eu escrevi centenas de e-mails como esse e recebi apenas uma resposta claramente negativa (que disse: “Pare com isso. Você está me irritando”). Curiosamente, essa foi o único e-mail onde eu deixei de fora a frase “cutucada amigável” e não coloquei “me desculpe por escrever mais um e-mail”. Mas, em outros casos, conquistei um investidor de US$ 1 milhão (o que levou vários e-mails durante 6 meses), e o autor de best-seller aclamado pelo New York Times, Chip Heath, para servir como um mentor no Unreasonable Institute (o que levou mais de quinze e-mails ao longo de quatro anos).

7. Como dizer não elegantemente
Nas palavras de Warren Buffet, “A diferença entre pessoas bem-sucedidas e as pessoas muito bem-sucedidas é que as pessoas muito bem-sucedidas dizem ‘não’ a ​​quase tudo”. As probabilidades são de que milhões de oportunidades apareçam em seu caminho: convites para falar em conferências, pedidos de conselhos, sugestões para abrir operações em novas localizações… Você pode estar animado com muitos deles, mas quando alguns vêm junto aqueles em que você não está interessado, aqui estão dois exemplos de como dizer não.
O primeiro é um exemplo bem-humorado do autor E.B. Whiteo, que encontrei neste post por Greg McKeown. Lê-se:
“Caro Sr. Adams, Obrigado pelo convite para participar do comitê das Artes e das Ciências de Eisenhower. Devo recusar, por razões secretas.
Atenciosamente, E.B. Whiteo “
O segundo exemplo vem de um e-mail que eu enviei recentemente:
“Muito obrigado pelo contato, [nome]. Eu agradeço o que você está tentando fazer. Um dos nossos principais valores é a transparência militante, então eu vou ser totalmente honesto. No momento, eu quero me dedicar inteiramente às nossas prioridades fundamentais, o que inclui colocar nossos novos Institutos em funcionamento, ampliar nossa equipe e levantar capital. Isso significa que eu estou optando por não ter várias conversas que eu gostaria de ter em outras condições; por isso não vou ser capaz de priorizar o telefonema com você.
Se tiver alguma coisa rápida na qual possa ajudá-lo ou se você tiver alguma pergunta específica, por favor me mande um e-mail a respeito e eu ficarei feliz em te responder!


Atenciosamente, Teju”

Conclusão: Saber como fazer perguntas por e-mail, tendo bastante consideração com as pessoas que você está abordando, ajudará na construção dos relacionamentos que você deseja ter. E a boa notícia é que você já pode começar a praticar agora mesmo com todos a quem você envia e-mails! Se quiser, sinta-se livre para me enviar um e-mail (em inglês) a qualquer momento para praticar:
teju@unreasonableinstitute.org.
Teju Ravilochan é co-fundador e CEO do Unreasonable Institute.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

9 habilidades que chamam a atenção de um recrutador

Conhecimentos específicos em softwares podem fazer seu currículo se destacar e te ajudar a conseguir um novo emprego

Procurar um emprego é uma tarefa difícil, ainda mais em um momento de crise. Com muita gente buscando uma vaga, é importante fazer com que seu currículo se destaque. Primeiro, comece com o básico: certifique-se de que ele é fácil de ler, limpo e mostra as informações mais relevantes. Depois, tente adicionar também algumas habilidades que sejam importantes para sua área de atuação. Isso pode te diferenciar dos demais. O Business Insider separou nove habilidades que são relevantes para muitas carreiras.
1. Adobe Photoshop
Se você trabalha no ramo criativo, um conhecimento básico de Photoshop é um pré-requisito para conseguir qualquer vaga. Mas, mesmo em outras carreiras, esse conhecimento pode ser útil.
2. Microsoft Excel
Quem trabalha com finanças passa uma grande parte do dia analisando informações em uma planilha de Excel. Mas o quanto, de fato, você conhece e sabe utilizar todas as ferramentas do programa?
3. Uma língua estrangeira
Aprender uma língua nova não é fácil, mas força seu cérebro a criar novas conexões. Há muitos estudos que mostram os benefícios de aprender uma nova língua. As pessoas bilíngues tendem a ter uma memória melhor e conseguem exercer várias tarefas ao mesmo tempo com mais facilidade. Além disso, uma língua estrangeira pode ser um diferencial importante para um potencial empregador.
4. Desenvolvimento de sites
Conhecimento básico em desenvolvimento de sites pode ser útil para muitas carreiras, inclusive para as que não parecem ter muita relação com tecnologia. Que tal aprender um pouco sobre HTML, CSS e JavaScript?
5. WordPress
Tanto editores e jornalistas que estão fazendo a transição do papel para o digital quanto estudantes que se preparam para buscar seu primeiro emprego ou ainda quem trabalha em um site deve entender como o sistema funciona. Os sistemas variam de publicação para publicação, mas entender o programa WordPress é um bom começo.
6. Falar em público
Não importa em qual setor você trabalha, em algum momento, provavelmente terá que fazer alguma apresentação a um grande número de pessoas. Alguns profissionais têm maior facilidade para falar em público, enquanto outros não. Se você pertence ao segundo grupo, pode ser útil aprender a ficar calmo e a usar algumas técnicas para prender a atenção da sua audiência.
7. SEO
Considere aprender um pouco sobre SEO (search-engine optimization, ou otimização de sites, em português). Esta é uma ferramenta importante para qualquer área em que o sucesso é medido pelo número de cliques, compartilhamentos ou curtidas. Acrescentar conhecimentos em SEO às suas habilidades pode mostrar aos potenciais empregadores que você sabe o que é necessário para executar uma campanha em mídias sociais, por exemplo.
8. Google Analytics
Se o SEO chamou a sua atenção, talvez um conhecimento profundo no Google Analytics possa ser útil também. Afinal, após aprender a otimizar campanhas e textos para buscas na internet, você precisará de um meio para apurar e analisar seus resultados, e o Google Analytics é uma boa ferramenta para isso.
9. Desenvolvimento de produto
Vender uma boa ideia a potenciais investidores pode ser difícil. Se você é um profissional que atua na área de marketing ou se tem uma startup prestes a demonstrar seus produtos e serviços a um potencial investidor, é importante saber vender sua ideia e mostrar seu valor.